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"Aproveita o dia"

DAISAKU IKEDA
Daisaku Ikeda é pacifista, escritor, filósofo, fotógrafo e poeta. Também conhecido como "Embaixador da Paz". É presidente da Soka Gakkai Internacional (SGI), uma ONG, que se baseia no Budismo de Nitiren Daishonin e filiada às Nações Unidas, atuando nas áreas da cultura, educação, paz, meio-ambiente, desarmamento nuclear e apoio a refugiados de guerra.
Dois Mil e Duzentos Títulos concedidos ao Líder da SGI
O diálogo com 1.600 personalidades que representam a intelectualidade humana é uma história de desafios pela reforma do mundo e um registro do empenho pela construção da paz mundial. O presidente Ikeda é reconhecido cada vez mais como o maior líder pacifista que a humanidade teve em sua história.
Por meio desses diálogos, ele discute questões de paz, justiça e direitos humanos, enfim, os mais diversos assuntos tendo o ser humano como foco principal, e expande seus pensamentos pelo mundo a fim de criar protagonistas na construção de um novo mundo.
Suas atividades de âmbito mundial constituem um empreendimento nunca antes visto na história da humanidade. Chegará certamente o momento em que não será possível falar sobre paz sem se considerar o pensamento e a atuação de Ikeda.
Até hoje, cerca de 2.200 homenagens foram prestadas ao pres. da SGI por diversas instituições acadêmicas, culturais, governamentais e de outras áreas sociais de vários países. Entre elas, vinte e seis medalhas oficiais foram concedidas ao líder desta organização pelo governo de vinte países. Pelo governo brasileiro, ele foi condecorado em abril de 1990 com a Ordem do Cruzeiro do Sul, a mais alta comenda concedida a estrangeiros.
As moções de órgãos públicos ultrapassam 650 reconhecimentos, instituições culturais concederam 250 certificados, dos quais 105 o acolheram como membro honorário.
Os diplomas de doutor honoris causa e de professor honorário concedidos por instituições de ensino superior atingirão nos próximos meses 200 títulos. O poeta Daisaku foi acolhido também como cidadão honorário por 450 cidades, além de seu nome ser considerado na denominação de 1150 logradouros públicos. Não há dúvida de que é a pessoa mais condecorada na história do mundo.
Nas universidades, raramente o título de doutor honoris causa é concedido a alguém. Não é apenas uma simples homenagem. O título conferido por uma instituição acadêmica de prestígio endossa a obra de uma pessoa. Por essa razão, a indicação de um candidato é analisada com muito rigor pelo conselho universitário, onde se verifica se os méritos empreendidos são realmente merecedores de reconhecimento. Assim, várias universidades, tais como a de Moscou (Rússia), a de Pequim (China) e a de Bolonha (Itália) – que representam a tradição da intelectualidade dos seus países – concederam seu reconhecimento aos empreendimentos do pres. Ikeda.
Da mesma forma, um título de cidadão honorário reconhece os esforços de uma pessoa e a torna exemplo para a população de uma cidade. É o louvor maior que uma instância pública presta a um cidadão pela sua contribuição cultural, educacional e social.
Em algumas cidades brasileiras, a câmara municipal local tomou a iniciativa de instituir o título de cidadão honorário ou alterar a legislação para homenageá-lo. Dessa forma, em algumas cidades, ele é o primeiro cidadão honorário nomeado.
Esses são apenas alguns exemplos de como o mundo deposita sua esperança nos trabalhos empreendidos pelo líder da SGI na construção de um mundo de paz, justiça e humanismo.
Visite o site Brasil SGI
www.bsgi.com.br
As pessoas andam perguntando por que Pedagogia...Hum!!! Professora é?!! Respondo rapidamente que é uma possibilidade de atuação, que não necessariamente deve seguir essa direção... Estudar à Educação é descobrir que ela não se limita a sala de aula. A Educação deve ser entendida no sentido mais amplo. Qualquer lugar que se dê processos de aprendizagem é possível atuar o Pedagogo. Estudar à Pedagogia é muito mais que isso...É criticizar o mundo buscando sua transformação. A ela cabe a socialização dos saberes. Mas se configurou/configura como instrumento de dominação e controle do Estado e empresas privadas. A nós, educadores cabe transformar essa realidade cruel e injusta. Esse modelo de educação moldada dentro dos parâmetros E.U.A e Europa e Japão nos tira a grande capacidade que temos de fazer Pedagogia. Precisamos fazer nossos modelos. Já temos que carregar a grande tarefa de educar os indivíduos para o mundo, para que vivam e participem dos bens culturais produzidos pela humanidade e, hoje somos considerados meros professores. As pessoas gostariam de nos dizer que é perca de tempo, mas acredito no poder da Pedagogia de Paulo Freire e nas ilustres palavras de Florestan Fernandes. É um grande desafio...Ninguém pode tirar de nós o brilhantismo de estudar e entender esse processo encantador/assustador. Mas para as pessoas que desconhecem o verdadeiro sentido da palavra EDUCAÇÃO reflitam sobre as próximas palavras e vejam como é relevante o papel do educador.
A palavra "educar" vem do latim "educare" que por sua vez ligado a "educere" - verbo composto pelo prefixo ex(fora)+ducere(conduzir, levar)e significa, literalmente "conduzir para fora", ou seja, preparar o indíviduo para o mundo.
Esta linda paisagem pertence a BSGI(Brasil Soka Gakkai Internacional) uma organização filiada a ONU que se baseia no BUDISMO de Nitiren Daishonin. Tem como objetivos fundamentais promover a paz, cultura e educação. Esta organização surgiu no Japão com o educador Tsunessaburo Makiguti; hj a Soka Gakkai por meio do seu terceiro e atual presidente, Srº Daisaku Ikeda vem recebendo diversos títulos honoríficos em diversas regiões do Brasil. Aqui no Brasil a SGI, ou seja, Brasil SGI surgiu em 1960 com o atual presidente Drº Daisaku Ikeda, poeta, escritor, filósofo, etc. Atualmente a organização está presente em 190 países e territórios. A CÂMARA MUNICIPAL DA CIDADE DO SALVADOR CONCEDEU AO PRES. IKEDA NA ÚLTIMA SEG., 10/07/06, ÀS 19 hs, NOS TERMOS DA RESOLUÇÃO Nº 1.655/06, O TÍTULO DE CIDADÃO DA CIDADE DO SALVADOR .
VIVA A SGI DO BRASIL!!!
VENCE IMPONENTEMENTE!!!
MUITO MAIS QUE TÍTULOS DE RECONHECIMENTO A SGI BUSCA ESSENCIALMENTE O KOSSEN-RUFU (PAZ MUNDIAL), PARA ISSO VEM DESENVOLVENDO DIVERSAS ATIVIDADES NOS CAMPOS CULTURAL, CIENTÍFICO, EDUCACIONAL... SITE: WWW.BSGI.COM.BR
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
Salvador, 2006.
Este presente trabalho foi solicitado pela professora Maria Bonilla da disciplina Educação e Tecnologias Contemporâneas, EDC 287. O presente artigo pretende apresentar elementos capazes de ampliar a práxis docente a fim de garantir sua ação-reflexão sobre o uso/apropriação dos materiais impressos de forma (re) significada.
Salvador, 2006.
Resumo: O artigo pretende apresentar a utilização dos materiais impressos na educação brasileira resgatando seu uso desde sua função, práticas e aperfeiçoamento, uma vez que novos recursos tecnológicos estão sendo implantados na ambiência educacional a fim de transmitir os conhecimentos historicamente produzidos pela humanidade de maneira atrativa.
Palavras-Chave: conhecimentos, educação, impressos, práticas, tecnologias.
Uma vez que a educação é o aparelho ideológico do Estado, pensamento já defendido por alguns teóricos, os impressos utilizados no contexto brasileiro não poderiam estar desvinculados desta função, já que fazem parte do cenário educacional. Os impressos exercem há muito tempo o controle para garantia da uniformização do conhecimento. Só muito recente que se procurou repensar as práticas e de como melhor utiliza-los. É urgente que professores busquem tornar sua práxis um campo fecundo para provocar uma revolução no paradigma até então posto. Já não cabem mais práticas desligadas das vivências dos alunos. Nesta perspectiva, os impressos são recursos de grande relevância e que hoje sofrem grandes influências das novas tecnologias da educação.
Segundo Sacristán, a utilização de livros didáticos, um dos recursos impressos, devem atender um currículo multicultural. Ele defende que os materiais impressos passam a transmitir um padrão de cultura.
Nesse aspecto, é preciso trabalhar em duas direções: criar materiais específicos para objetivos concretos e revisar o conteúdo, os exemplos, as ilustrações, etc., dos materiais existentes, já que costumam ser fonte de visões demasiadamente etnocêntricas desvalorizadas da experiência cultural de outros grupos (SACRISTÁN, 2000, p.89).
Percebe-se que o livro didático padroniza as informações e que as demais culturas devem adotar aquela que é tida como padrão, assim, não permitindo que outras se vejam refletidas no contexto em questão. Para tanto, é preciso uma nova postura perante aos desafios que se colocam frente à utilização dos materiais impressos. Faz-se necessário que os profissionais da educação faça uma boa escolha de matérias, buscando contextualizar o que está posto com a prática dos educandos valorizando contribuições criadas a partir de suas identidades e não permitam imagens de preconceitos e estereótipos trazidos nos livros, em especial. O professor pode direcionar os conteúdos estigmatizados por supervalorização de cultura, raça, gênero, crédulo e/ou coisas do tipo, transformando, construindo, (re) construindo, significando e (re) significando os conteúdos de maneira crítica com seus alunos para que estes possam criar um juízo de valor sobre o assunto em questão. É relevante trazer o currículo para a discussão porque este define a direção para que lugar deve se dirigir os passos dos profissionais que lidam diretamente com os educandos, uma vez que os conteúdos são transmitidos pelos livros.
O livro didático há muito tempo atrás era a única referência do professor para assumir o papel do currículo. Este recurso didático era definidor de estratégias de ensino. Por este motivo seja “difícil” para o educador se desvencilhar do uso deste. Percebe-se claramente que este é um dos grandes entraves na prática de professores.
Jornais, revistas, cartazes, murais, entre outros podem exercer a mesma função do livro que é comumente utilizado em sala de aula. Muitos conteúdos podem ser atrelados a estes, mas o professor está tão ligado ao uso que quase esquece dos demais. O uso da criatividade, de novas estratégias podem ajudar-lo a reorientar sua prática. É preciso configurar uma nova educação que contemple todos materiais de maneira a atender as necessidades dos alunos, sempre visando a qualidade de ensino.Outro ponto relevante a ser discutido são as novas tecnologias que se tornam atrativas e mais estimulantes para a educação. Observei durante uma semana a postura dos meus alunos quando eram chamados para a sala de informática. Eles ficavam eufóricos, desatentos ao que ali se falasse depois da grande notícia trazida pela professora de informática. Tudo que é novo atrai e ao mesmo tempo pode ter ação de repulsa. Alguns entravam na sala de informática acompanhada por mim e pela docente responsável pela aula sem sequer tocar no micro, receio de toca-lo. Mas sempre fascinados. Algum tempo foram abandonando seus temores e passaram a aceitar uma das tecnologias mais potente no sentido de armazenar infinitas possibilidades. Então, como é que fica a posição dos impressos junto a este gigante? Responderei rapidamente, ficam nos lugares que sempre ocuparam, não precisam ser anulados. O que é importante dizer é: “dêem vida ao que se pratica com freqüência”. Deve-se buscar novas alternativas. Receitas prontas não existem. Pensar que é possível transformar a sociedade a partir da ação que desempenha e que esta se reverte como efeito de uma causa em nome de um compromisso maior que é está a serviço da constituição do povo brasileiro.
O professor contemporâneo tem infinitas formas de lidar com o conhecimento, mas precisa saber escolher seus materiais. Os impressos devem ser reorientados a fim de ser mais um encanto para os educandos, e cabe aos educadores proporcionar um ambiente que favoreça o uso/ apropriação contemplado e mesclando conteúdo/prática/realidade.Referência
Hoje a aula pôde fomentar a discussão da utilização tanto do rádio qto da tv/vídeo como recursos de aprendizagem. Ficou muito claro a relação de poder que permeia o universo destas tecnologias e de como este (o poder) influi de maneira positiva e/ou negativa na própria educação. As equipes levantaram questões pertinentes sobre o uso e de como o rádio/ tv e vídeo podem contribuir para a formação dos educandos. Para mim foi de grande valia toda estas discussões no sentido de que é preciso repensar práticas e, de como é fundamental o Pegagogo conhecer, saber utiliza-los de modo a não- reprodução daquilo q já vem acontecendo a longa data pelos profissionais tradicionais da educação. Como graduandos do curso percebi que as tecnologias têm grande influência na formação do indivíduo e que nós, futuros profissionais não podemos "fechar os olhos" diante das transformações que vem ocorrendo no mundo.
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